Geraldo Ferraz
Historiador

 

 

GERALDO FERRAZ DE SÁ TORRES FILHO

Nascido no Recife - PE, no dia 30 de dezembro de 1955, primogênito do casal Geraldo Ferraz de Sá Torres e Maria José de Holanda Torres, viveu em várias cidades pernambucanas, entre elas Triunfo, Taquaritinga e Gravatá.

Iniciou os estudos na escola Nossa Senhora das Vitórias (1961/1965), e Escolas Reunidas 7 de setembro (1966/1967), ambas localizadas em Gravatá - PE. Fez o curso ginasial e colegial no Colégio Estadual Doutor Devaldo Borges (1968/1971), também em Gravatá - PE, concluindo o último ano do colegial no Colégio e Curso RADIER (1974), em Recife - PE.

Formou-se em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Humanas Esuda, em 1978, no Recife - PE, e, em seguida, fez pós-graduação em Administração Pública pela Faculdade de Administração de Pernambuco - FESP, nos anos de 1979 e 1980, também no Recife - PE.

Servidor público municipal, desde 1975 (contratado pela extinta Fundação Guararapes, hoje incorporada a Secretaria de Educação do Recife), exerce o cargo de Administrador e faz parte da Comissão Central de Inquérito da Secretaria de Assuntos Jurídicos da Prefeitura do Recife. Desde 1991 tem como "hobby" a pintura, tendo já participado de diversas exposições coletivas e individuais.

É casado com a Sra. Rosane de Oliveira Ferraz Torres e tem 2 filhas: Ana Paula de Oliveira Ferraz Torres e Monique de Oliveira Ferraz Torres.

Faz parte do Centro de Estudos de História Municipal - CEHM, desde 26 de abril de 1984, Órgão da extinta Fundação de Desenvolvimento Municipal do Interior de Pernambuco - FIAM, hoje Fundação de Desenvolvimento Municipal - FIDEM. Também é sócio fundador da instituição "Amigos do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano" e do "Núcleo Pernambucano de História", ambos no Recife, e membro da União Brasileira de Escritores - UBE - Secção Pernambuco.

Desde 1991 tem como "hobby" a pintura, tendo já participado das seguintes exposições:

a) Coletivas:
- Atelier Coletivo Forte do Brum - 1991;
- Cinqüentenário da Base Aérea do Recife - 1991;
- Semana do Exército no Shopping Center Recife - 1991;
- Clube Naval do Recife - "I Salão Marinhas" - 1992;
- C.Cultural Ítalo-Brasileiro Dante Alighieri- EXPODANTE/93";
- 45º Congresso Brasileiro de Enfermagem - Centro de Convenções de Pernambuco - 1993;
- 1º Salão de Artes dos Novos - "II COMAR" - 1993;
- CAPIBA - 90 anos de arte - Museu Murillo La Greca - 1994;
- Instituto Cultural Gravataense – 2006.

b) Individuais:
- Centro Cultural Ítalo-Brasileiro Dante Alighieri - 1992;
- Caixa Econômica Federal - Agência Shopping Center - 1995.

Palestrante sobre o tema Pernambuco no Tempo do Cangaço, durante o segundo festival recifense de literatura – A letra e a voz -, promovido pela Prefeitura do Recife de 16 a 22 de agosto de 2004.

Palestrante sobre o tema Cangaço no Nordeste, durante a Primeira Festa Literária de Porto de Galinhas-PE, FLIPORTO 2005. Realizada de 04 à 06 de março de 2005.

Primeiro diretor do Núcleo de Pesquisa e História da União Brasileira de Escritores - Seccional Pernambuco (17 de agosto de 2005).

Palestrante sobre o tema A situação da pesquisa histórica em Pernambuco, durante a Quinta Bienal Internacional do Livro de Pernambuco ( 07 a 16 de outubro de 2005), realizada no Centro de Convenções do Estado.

Debatedor na Palestra "A história de Ipojuca", tendo como palestrante o escritor Josias Cavalcanti, durante a segunda Festa Literária de Porto de Galinhas-PE, FLIPORTO 2006. Realizada de 23 a 26 de março de 2006.

Palestrante no Primeiro Festival Literário de Garanhuns-PE (14 a 16 de julho de 2006), realizado no Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcante. Tema: A valorização do estudo e da pesquisa da história regional.

Sócio Correspondente da Academia Serra-Talhadense de Letras, "pelos meritórios serviços prestados à cultura brasileira", a partir de 10 de novembro de 2006.

Sócio fundador do Instituto Cultural Gravataense e participante do movimento que instituiu a REPÚBLICA DA ARTE (através de arte plástica e literatura), no dia 15 de novembro de 2006. A República da Arte, uma poderosa mostra do talento dos artistas locais, representa trabalhos e apresentações das mais variadas atrações artísticas de Gravatá.

Participante do II Festival de Literatura de Garanhuns (05 a 08 de julho de 2007, presidindo mesa, no dia 06, dos seguintes escritores: Vital Corrêa de Araújo – "Poesia: Inútil e necessária"; Lourdes Sarmento – "A força das águas na poesia nordestina"; Milton Lins – "O trabalho do tradutor no Brasil"; e Humberto França – "A poesia de Mauro Mota" , realizado no Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcante.

Coordenador do Recital da UBE-PE, dia 25 de agosto de 2007, na Livraria Cultura, durante a realização do 5º Festival Recifense de Literatura – A letra e a voz – nas múltiplas faces da literatura contemporânea. Expositor durante a Festa do Livro, no dia 26 de agosto, na Praça do Arsenal, Bairro do Recife, na mesma programação do 5º Festival.

CAPAS DOS LIVROS:

RESUMOS:

Pernambuco no Tempo do Cangaço - Este trabalho, que tem a Velha República brasileira como palco, consiste no resgate da memória de nossa história contemporânea, a qual trata dos fatos notáveis ocorridos no Brasil e, em particular, no Estado de Pernambuco, durante a época do banditismo que campeava no início do século XX, com ênfase toda especial ao trabalho desenvolvido pelas nossas instituições de defesa social - Militar e Civil -, em prol de uma sociedade melhor e mais justa.

Theophanes Ferraz Torres, um herói militar na Cavalaria de Pernambuco - Com prefácio do notável escritor/pesquisador Frederico Pernambucano de Mello, consiste no resgate da memória de nossa história contemporânea, a qual trata dos fatos notáveis ocorridos no Brasil e, em particular, no nosso Estado, durante a época do banditismo que campeava no início do século XX, com ênfase toda especial ao trabalho desenvolvido pelo bravo militar Theophanes Ferraz Torres, na Cavalaria da Polícia Militar de Pernambuco. Este brioso e vocacionado oficial sertanejo, natural da aprazível cidade pernambucana de Floresta, nascido aos 27 de dezembro de 1894, tinha profundo amor pelas leis que asseguravam a moral, a ordem e a segurança pública.

O objetivo principal da mencionada obra contribuirá para enriquecer o nosso acervo cultural, oferecendo às novas gerações o conhecimento sobre episódios de destaques ocorridos em Pernambuco, com ênfase na Polícia Militar, até os primeiros anos da década de 30. Resgatando, inclusive, um pouco da tão esquecida cadeira de Moral e Civismo, através de Símbolos e Canções patrióticas, oportunidade em que podíamos aprender e praticar, melhor, a cidadania em nosso País. Além disto, o trabalho oferece os hinos patrióticos brasileiros, com suas respectivas partituras.

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